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Capcom anuncia Resident Evil HD Remaster


Resident Evil foi um sucesso ao ser lançado em 1996 para Playstation e novamente em 2002 para Game Cube, quando foi feito um remake para o console da Nintendo. Felizmente para os fãs da franquia foi anunciado uma versão remaster em HD. Basicamente a Capcom vai pegar as texturas gráficas do game, original do Game Cube, transformar em HD 1080p e lançar para outras plataformas, exclusivamente via download. Também novos recursos visuais em 3D, formato de tela 16:9 e áudio 5,1 estarão disponíveis. O game receberá versões para PC, PS3, PS4. Xbox 360 e Xbox One.














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5 ótimos games que originaram péssimos filmes



Para um game ser feito existe uma série de questões que são exaustivamente debatidas para que a ideia inicial seja amadurecida e posteriormente executada. Não é uma regra, mas normalmente é através desse brainstorm que os grandes jogos são concebidos. No entanto, no lado escuro da força, péssimos filmes baseados em games possivelmente contém a antítese dessa formula vitoriosa usada pelos games. E o texto de hoje é justamente sobre isso, ótimos games que originaram péssimos filmes. Lembrando que as colocações abaixo correspondem a minha opinião, discordâncias e discussões construtivas são bem-vindas nos comentários. Sem mais delongas, vamos lá.

Ótimo game, péssimo filme #1 – Super Mario Bros 



Alguém duvida que a franquia do encanador Mario seja uma das mais famosas e importantes dos games? Eu não. Com algo em torno de 446 milhões de games vendidos no mundo todo, entendo que uma adaptação para os cinemas deveria ter sido mais bem trabalhada, muito mais bem trabalhada. O filme é de 1993, e pode-se dizer que é apenas um rascunho do que poderia ter sido a produção em questão de potencial. Não tanto por causa dos atores, Bob Hoskins (que apesar de não ser tão conhecido, fez mais de trinta filmes em sua carreira) e John Leguizamo (dispensa comentários porque até hoje está em evidencia em Hollywood, na maioria das vezes não como protagonista, mas é um bom ator) que fizeram o que puderam, mas principalmente pela mudança temática muito grande em relação ao game, e também a questão do humor não foi bem executada, fazendo assim com que o filme do principal personagem da Nintendo arrecadasse pífios vinte milhões de dólares, sendo que o orçamento do filme custou quase o dobro. De um modo geral, a recepção dos fãs foi negativa e a critica especializada também não concedeu bons vereditos. 

Ótimo game, péssimo filme #2 – Street Fighter



Street Fighter, umas das franquias de luta mais famosas no mundo também teve seu quinze minutos de fama nos cinemas. Apesar de o filme ter sido um sucesso de bilheteria e ter até mesmo faturado alguns prêmios, convenhamos, é um filme bem sem vergonha. Mesmo Jean-Claude Van Damme ainda fazendo sucesso nos anos 90, interpretar o  Coronel William F. Guile acabou denegrindo um pouco a imagem de Van Damme. 

Ótimo game, péssimo filme #3 – Mortal Kombat



Acho que nos anos 90 todo mundo resolveu fazer filmes baseado em games, Mortal Kombat não foi diferente. Dirigido pelo glorioso, amado e odiado (acho que muito mais odiado do que amado)  Paul W. S. Anderson, MK foi lançado em 1994. Talvez até agora seja o filme mais fiel ao roteiro original do game, mas as limitações técnicas e de figurino acabaram deixando o filme com um ar de amadorismo, fato que hoje em dia não acontece com as milionárias produções.

Ótimo game, péssimo filme #4 – Silent Hill: Revelation



Bom, é verdade que Silent Hill: Revelation não corresponde exatamente, exatamente, exatamente a nenhum game da série, ele tem pegadas fortes de Silent Hill 2, mas não é o filme baseado do game Silent Hill 2. Esse filme está nessa lista por um motivo muito simples: esse filme é uma verdadeira vergonha. A primeira adaptação nos cinemas da franquia Silent Hill é ótima, magistral, perfeita, graças ao diretor Christophe Gans que fez um filme de terror de verdade, como há muito tempo não existia. Quanto a porcaria que foi o segundo filme, temos que “agradecer” aos caros amigos Roger Avary e Samuel Hadida, roteirista e produtor, respectivamente. O argumento usado pelo malévolo diretor (sim, eu literalmente sinto raiva dele) é que o filme deveria ser mais acessível e não só destinado aos fãs dos games. Se vocês duvidam do que estou falando, assistam ao primeiro filme e depois assistam ao segundo, minha raiva será  compartilhada de mim para vocês mais rápido que o share do Facebook.

Ótimo game, péssimo filme #5 – Resident Evil



Sinto-me na obrigação de elencar Resident Evil na lista mais pelo meu dever como jornalista do que por gosto próprio. Até hoje, RE tem cinco filmes, dos quais gosto muito do terceiro e do quarto, o primeiro e o segundo são meio sem sal e o quinto promete muito, mas entrega pouco, mesmo assim é legalzinho. A questão aqui é que os games tratam de uma coisa e o filme de outra, não em um todo mas na composição das coisas, especialmente. Acho que a sacada da Alice existir é muito legal, o fato de ela ter poderes e tal, também acho que o filme não ser igual ao jogo não é um problema, mas em um todo, sendo bem sincero e justo, a verdade é que o Paul W. S. Anderson cagou com tudo.

O que acharam pessoal? Quais destes filmes vocês gostam ou desgostam?
Da minha parte era isso, espero que vocês tenham gostado, grande abraço e.......tchau!
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The Evil Within, do mesmo criador de Resident Evil


O criador da franquia Resident Evil, Shinji Mikami, já havia anunciado em abril deste ano que estava trabalhando em um novo jogo de terror, The Evil Within. Até então só havia sido revelado um trailer, publicado pela Bethesda (Skyrim, Fallout 3), apresentando o game na Tokyo Game Show.

O novo título estava sendo chamado até o momento como "Project Zwei" e está em desenvolvimento desde o fim de 2010 no estúdio de Mikami, Tango Gameworks. Confira o trailer abaixo que, diga-se de passagem, é bem macabro e um tanto wtf-worthy, porque eu não entendi nada.



Pois bem, a Bethesda mostrou mais de The Evil Within durante a Eurogamer Expo, com 20 minutos de gameplay:


(Pule para 5:45)

No vídeo podemos ver o personagem principal, Sebastian Castellanos, chegando na cena de um massacre no que parece ser um hospital. No saguão principal há vários corpos, e o seu parceiro acha um sobrevivente que balbucia alguma coisa antes de morrer. Em seguida, Sebastian vê pelas câmeras de segurança três policiais morrerem atacados por um ser estranho que tem a habilidade de se teleportar rapidamente. A tal ~coisa~ assassina aparece atrás dele em poucos instantes e lhe dá um golpe que o faz desmaiar.

Ao acordar, Sebastian se vê pendurado de ponta cabeça, junto com alguns outros corpos. Ele vê também um monstro bizarro, que, conhecendo esse tipo de game, vai ser aquele monstro chato que te persegue o tempo inteiro. Ele escapa das amarras e até estava conseguindo escapar, mas um alarme toca e o monstrão já se põe a persegui-lo com uma serra elétrica.

STAAAAAAAAAAAAAARRRRRRRRRRRSSSSS... não, pera
A primeira parte teve a intenção de mostrar um pouco o enredo e o setting da trama, e depois foi apresentado um pouco das mecânicas de combate. Ainda não se sabe exatamente o que os inimigos são, apenas dá pra saber que são um pouco ágeis e que podem usar objetos como armas. Uma das mecânicas para matar os monstros é bem semelhante ao remake do primeiro Resident Evil - queimar.

REmake?
Uma das cenas me lembrou bastante o RE4, quando um monte de ganados surgem do nada ao entrar naquela casa do vilarejo, logo no começo. Pois é, algo bem semelhante acontece na demonstração e Sebastian prepara umas bombas pra conter a invasão - ele até se explode em uma, hue. Fugindo das aberrações, ao chegar no andar de baixo parece que o ambiente mudou. Ele tenta chegar até a porta mas é "transportado" de volta pro meio do corredor. 

Não sei porque mas tudo que eu penso quando vejo essa galera correndo pra invadir a casa é: 
UuehauheUHEauehUEHAuehAUEHauehAUEHau
Daí acontece uma coisa que me lembrou MUITO a série F.E.AR - um rio de sangue surge do nada saindo da porta e logo quando ele vai ser atingido ele se vê em outro corredor e em outro ambiente. Alucinações, anyone? O final da demonstração eu não vou comentar pra não estragar a surpresa.

O que posso dizer depois de assistir esses breves minutos é que o game tem a atmosfera certa para o gênero Survival Horror, com bastante foco no terror psicológico. Shinji Mikami faz jus ao seu título de criador da série Resident Evil (do 1 ao 4) ao criar este jogo.


The Evil Within será lançado em 2014 para PC, Xbox 360, PS3, Xbox One e PS4, e pra quem é fã de jogos de terror, vai valer muito a pena!
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Análise de Resident Evil: Revelations




Saudações galera, eu sou o J e hoje venho trazer uma análise sobre o jogo Resident Evil Revelations. Vou contemplar os aspectos obrigatórios em uma análise e no final minha opinião será exposta em um único item. 

Revelations originalmente foi lançado para Nintendo 3DS em 2012, mas teve sua exclusividade quebrada e posteriormente chegou ao Xbox 360, PS3, Wii-U e PC com uma versão em alta definição. Como não poderia ser diferente, o jogo foi desenvolvido e distribuído pela Capcom e teve uma aceitação muito boa, sendo considerado um dos melhores jogos do portátil da Nintendo. Também por isso, os fãs clamavam por esse título em outros consoles. Sem mais delongas, vamos lá.

Enredo

The Queen Zenobia
A primeira informação que eu considero importante dentro do enredo é que o jogo se passa entre Resident Evil 4 e Resident Evil 5. A história é meio confusa nos primeiros momentos. Inicialmente nos é dada a informação que Chris Redfield e Jessica Sherawat (B.S.A.A.) estariam a bordo do navio Queen Zenobia, que estaria perdido no meio do mar Mediterrâneo. Jill Valentine e Parker Luciani foram designados por Clive O’Brian (um dos comandantes da B.S.A.A.) a encontrar Chris e Jessica logo após a B.S.A.A. perder contato com a dupla. O jogo começa quando Jill e Parker encontram a Queen Zenobia e sobem a bordo. Depois de uma exploração inicial, entram em uma sala onde supostamente vêem Chris amarrado. Uma grande bandeira da organização bioterrorista Veltro estampava a parede da sala, e para a “surpresa de todos” era uma armadilha. Era apenas uma “réplica” do Chris colocada ali somente para atraí-los. Após isso, a sala se enche com gás e um personagem mascarado fala para Jill momentos antes de ela desmaiar:” É hora de você saber a verdade...” e assim acaba o “prólogo do jogo”.

Terragrigia
Depois disso, um CG nos apresenta Terragrigia, uma “cidade flutuante” situada no mar mediterrâneo, que foi criada para ser a cidade mais ecologicamente correta de todas. O projeto foi uma parceria entre EUA e Europa e era inteiramente abastecida por energia solar, que era captada e redirecionada por meio de um satélite, o Regia Solis. O grupo bioterrorista Veltro acaba atacando o lugar por não concordar com esse tipo de avanço tecnológico, assim lançando Hunters, que são armas bio-orgânicas anteriormente usadas em experiências da Umbrella Corporation. Em meio a esse ataque, a FBC, (Federal Bioterrorism Comission) uma organização secreta financiada pelo governo europeu que visa o combate ao bioterrorismo comandada por Morgan Lansdale, decide usar o Regia Solis utilizando de sua energia solar para destruir a cidade para acabar com a ameaça. Terragrigia foi dizimada por completo, assim como qualquer vestígio de armas bio-orgânicas, vírus e do grupo terrorista Veltro. Após esses acontecimentos, a FBC garantiu que erradicou por completo o grupo terrorista. Também há um novo vírus chamado T-Abyss (mistura do T-Virus com características de um parasita encontrado nas profundezas do mar) que foi liberado nos navios (isso mesmo, além do Queen Zenobia há outros dois) como forma de teste e potencialidade da nova arma biológica.

Nostalgia até na tela inicial
O game tem uma fluidez muito interessante, a história vai se revelando aos poucos e em cada capítulo (no total de 12) há uma revelação que no final, vai construir a trama como um todo. A progressão do enredo é diferente de um jogo que conta a história de uma forma linear, porque são várias visões dos mesmos acontecimentos e não necessariamente em uma ordem cronológica. A transição de um capítulo para outro é muito boa, sendo usados diversos recursos de roteiro (cliffhanger) que nada mais é do que terminar um episódio em um momento revelador ou de desespero para manter a atenção do jogador, assim como é feito em séries de TV. A história de uma forma geral é bem contada, há algumas partes que inicialmente são confusas, mas isso acontece porque o game é contado dessa forma, não é por acaso ou por erro de quem estruturou. Não é convencional com inicio, meio e fim, nessa ordem, é uma sucessão de revelações sem uma ordem cronológica.

Para resumir o enredo sem estragar as surpresas que o jogo contém é o seguinte: Residen Evil Revelations conta a história de como o grupo terrorista Veltro foi desarticulado após seu ataque a Terragrigia, e anos após esse grupo ter supostamente acabado, quando adentramos a Queen Zenobia em busca de Chris e Jessica, vemos que podem  ter voltado à ativa e que um novo vírus foi desenvolvido, botando em risco não só uma cidade, mas todo o mundo. Mas será que o Veltro realmente voltou e está por trás do desenvolvimento do novo vírus? Jogue e descubra!

Gráfico

Minhas percepções sobre a parte gráfica do jogo dizem respeito à versão de PS3. Pode haver alguma pequena diferença em relação aos outros consoles e uma boa diferença em relação ao PC, que é onde a qualidade gráfica é mais bem percebida. Então, está tudo muito bem feito e bonito, não deixando nada a desejar em relação aos outros games da série nessa geração de consoles. Obviamente não dá para dizer que é um primor gráfico, até porque originalmente o Revelations é oriundo de um portátil, mas sem um senso critico exacerbado, o gráfico é muito bom. O cenário está bem feito, sem nenhum problema de renderização, os ambientes escuros são bem planejados e podem maquiar qualquer possível problema e os ambientes claros são detalhados e igualmente bonitos. Os personagens estão bem feitos, em especial Jill e Chris, mas todos os outros personagens estão em um nível bom. O único problema que percebi em relação aos personagens foi quando você empunha uma arma e as mãos parecem meio poligonais, não é um desenho tão bem modelado, mas de resto tudo ok.



Jogabilidade

A jogabilidade de Resident Evil Revelations é fácil e acessível tanto para os fãs acostumados a série que irão encontrar basicamente tudo igual no que diz respeito aos comandos, tanto para aqueles jogadores casuais que não tem nenhum conhecimento prévio. A mecânica do jogo funciona bem e a resposta a ação do jogador é imediata, não havendo nenhum tipo de delay ou problema nesse sentido. A interação com o cenário é nula, a não ser pelas caixas que podem ser quebradas para adquirir munição ou as áreas que podem ser escaneadas evidenciando itens. Nesse sentido pode-se dizer que a física do game é “falha” porque nunca poderíamos quebrar uma grande caixa de madeira com apenas uma facada (eu sei que é um jogo de video game e não precisa ser como a vida real, só citei isso pela questão da física mesmo, relaxa filho). A física do jogo deve ser pensada a contemplar a realidade e nesse sentido muitos jogos deixam a desejar. Mas não sejamos tão perfeccionistas, são apenas detalhes.

A câmera postada acima dos ombros do personagem já está consolidada. Uma das poucas questões sobre a câmera que atrapalha um pouco é quando efetuamos a transição dos cenários - quando atravessamos as portas temos apenas a imagem frontal, havendo um inimigo localizado mais a esquerda ou mais à direita temos dificuldades para vê-lo de imediato. Apenas alguns pontos que não influenciam em nada na qualidade final do jogo.



Os comandos são básicos, com o analógico esquerdo você movimenta o personagem, “L1” empunha a arma, “R1” atira. Com o direcional tanto para a esquerda quanto para a direita se troca de armas, “quadrado” recarrega, apertando “R1” são utilizados os ataques com a faca e “R2” é o comando para lançar as granadas ou armas do gênero. No “triangulo” utiliza-se a Green herb e perto dos monstros pressionando “X” pode-se dar chutes ou ataques desse tipo. Com o “L2” empunha-se o Genesis Scanner e com “R1” podemos usá-lo. A única coisa realmente ruim sobre a jogabilidade é a mira que é muito tremula, não é uma mira fixa e firme como nos outros jogos da franquia. Isso era uma reclamação em relação à versão de 3DS e presumia-se que seria corrigida nos consoles, mas não foi. De resto, a jogabilidade é bem satisfatória, tudo ok.

Dificuldade

A questão da dificuldade dentro de um jogo é muito subjetiva. Dependendo de que tipo de jogador você é o jogo pode tornar-se fácil ou difícil. Eu terminei a campanha no modo casual porque queria desfrutar da história e não estava procurando desafios. Mesmo assim acabei morrendo algumas vezes e posso dizer que em alguns momentos a coisa ficou feia. Dito isso, no modo normal e no modo mais difícil o jogador mais hardcore vai encontrar um desafio interessante pela frente. Depois de finalizar o jogo, um novo nível de dificuldade é liberado, o modo inferno. A maior dificuldade está inserida na gestão de recursos, tanto de munição quanto de green herb nos modos mais difíceis. Não há muita técnica contra os inimigos, basta descarregar as armas de fogo contra eles e ter um aproveitamento bom nos tiros. Entre os 13 inimigos existentes no jogo, destaco como os mais chatos de matar os Scarmigliones e os Oozes em suas diversas formas.

Horas de Jogo

Eu finalizei o jogo em 7 horas e 20 minutos no modo casual na minha primeira jogatina. Creio que se jogar agora consigo terminar o jogo entre 4 e 5 horas se eu fizer um speed run. Mas nos modos normal e difícil creio que as horas de jogo fiquem em torno das 6 ou 7 mesmo devido ao cuidado maior que o jogador deve ter com os inimigos, com a questão mais estratégica, etc. Considero um bom tempo de jogo, poderia ser maior já que quanto mais Resident Evil melhor, mas são boas horas de jogo.

Trilha Sonora

Gostei bastante da trilha sonora, posso até dizer que é uma das melhores da série. Como Revelations é um jogo focado no drama, no suspense e nas reviravoltas, a parte sonora tem um papel importantíssimo. Não só a música como os efeitos sonoros emitidos pelos inimigos são muito bons. Eu tive uma percepção muito grande em relação à trilha sonora porque quando joguei, sempre usei o headset com o volume máximo, o que garantiu uma maior intensidade nos sustos e uma maior apreciação das músicas do game.

Personagens

Os personagens jogáveis e não jogáveis são Jill, Chris, Jessica, Parker, Keith, Quint, O’Brian, Raymond, Rachel, Morgan e Jack. Vou citar algumas coisas sobre cada personagem de acordo com a minha percepção.

Jill – A Jill está linda, confiante e com um ar de liderança que deixa até mesmo o Chris em segundo plano. Depois de tudo que ela passou naquela mansão FDP no primeiro jogo e depois de se tornar uma sobrevivente de Raccoon City no terceiro título da série, Jill parece muito mais forte e adaptada a esse mundo de zumbis, motherfucker vírus or whatever. De fato ela nunca foi frágil ou fraca, mas ela está com um ar diferente, o que faz com que o personagem fique ainda mais legal. 

Parker – Parceiro de Jill no jogo. Como personagem não é marcante como um protagonista, mas tem muito mais brilho que Jessica, por exemplo. Parker está ai para mostrar que os gordinhos também têm vez.

Chris - Foda e destemido como sempre. Missão dada é missão cumprida, foda-se se sua parceira gostosa está dando mole, vamos seguir o protocolo! 

Jessica – Parceira de Chris no jogo. Pouco tem a acrescentar como personagem, a não ser pelos seus comentários safadinhos se atirando para cima do Chris.

Keith – Um cara sangue bom. Tanto ele como Quint são personagens que se não estivessem ali não fariam falta, mas como qualquer bom filme, tem que ter os estereótipos do bobão e do descolado. 

Quint – Manja dos paranauê tecnológicos. Ele não é o descolado, é o bobão.

  

Raymond – Um cara com um cabelo esquisito. Olha... Eu posso me arrepender muito em falar isso, mas esse personagem pode ser explorado melhor no futuro. Ele está em um meio termo entre o mocinho e o vilão, assim como Ada.





O’Brian – Um dos cabeças da B.S.A.A. Um comandante que não passa aquela confiança toda, não é marcante como personagem. 

Rachel – Parceira de Raymond no jogo. Não tenho o que falar dela, a não ser que ela se fode legal! (hihi)

Morgan – Chefe da FBC. É o típico comandante autoritário e FDP, ao contrário do O’Brian, esse cara é sangue nos olhos! 

Jack – Líder da organização bioterrorista Veltro. É um FDP de primeira linha, simples assim.

Avaliação Final 

Inicialmente relutei em jogar o Revelations, disse a mim mesmo que não iria comprar em um primeiro momento, mas não aguentei. E não me arrependi, porque é um jogo muito bom que superou fácil minhas expectativas. A história contada através de capítulos é muito interessante e tem umas sacadas que agregam muito, exemplo disso é a cada inicio de um novo episódio, há uma retrospectiva retomando o que já aconteceu até então. É marcante ouvir a frase "Previously on Resident Evil Revelations" *-*

Novamente não existem zumbis no jogo, mas isso não importa porque a história envolvendo bioterrorismo é ótima e  tão envolvente que terminei o jogo e sequer lembrei que Resident Evil é uma série sobre zumbis. O game trás reviravoltas interessantes e descobertas constantes, com cenários legais e boas horas de jogo. Jill e Chris são personagens muito fortes e criam-se perspectivas muito positivas sobre o futuro da franquia se continuar nessa linha. Minha avaliação final é muito positiva, porque esse Resident é um dos melhores da série e por isso, merecidamente recebe minha nota 9! Agora jogue e tire suas próprias conclusões.

Nota Final: 9/10

Da minha parte era isso, espero que vocês tenham gostado, grande abraço e.......tchau.
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