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Confira tudo o que rolou na E3 2014



Nessa terça-feira se encerraram os eventos que apresentaram as novidades na maior feira de games do mundo, a E3 - Electronic Entertaiment Expo. Pelo menos para quem não teve o privilégio de estar presente In loco em Los Angeles, Califórnia, já que nesta quarta e quinta-feira o evento ainda apresenta atrações para o público nos estandes das empresas envolvidas no projeto, possibilitando assim uma maior aproximação do consumidor com os novos games que estarão nas prateleiras das indústrias de jogos em 2014 e 2015. Na segunda-feira, dia 09, foram apresentas as novidades nas conferências da Microsoft, EA, Ubisoft e Sony. Já na terça-feira, os trabalhos foram finalizados com a apresentação da Nintendo e da Sony para América Latina.

Confira a lista de todos os jogos apresentados nas conferências e os vídeos dos games mais importantes que foram anunciados.

Call of Duty: Advanced Warfare
Plataformas disponíveis: PC, PS4, PS3, Xbox One e Xbox 360
Data de lançamento: 04 de novembro 2014



Forza Horizon 2
Plataformas disponíveis: Xbox One e Xbox 360
Data de lançamento: 30 de setembro 2014



Assassin's Creed: Unity
Plataformas disponíveis: PC, PS4 e Xbox One
Data de lançamento: 28 de outubro 2014



Dragon Age: Inquisition
Plataformas disponíveis: PC, PS4, PS3, Xbox One e Xbox 360
Data de lançamento: 07 de outubro 2014



Sunset Overdrive
Plataformas disponíveis: Xbox One
Data de lançamento: 28 de outubro 2014



Fable Legends
Plataformas disponíveis: Xbox One
Data de lançamento: Versão Beta multiplayer chegará até o final deste ano



Halo Master Chief Collection
Plataformas disponíveis: Xbox One
Data de lançamento: 11 de novembro 2014



Halo 5
Plataformas disponíveis: Xbox One
Data de lançamento: 2015 (Sem data definida)



Rise of the Tomb Taider
Plataformas disponíveis: Xbox One (Mas deve chegar para o PS4 e PC)
Data de lançamento: 2015 (Sem data definida)



The Witcher 3
Plataformas disponíveis: PC, PS4 e Xbox One
Data de lançamento: 24 de fevereiro 2015



Tom Clancy's The Division
Plataformas disponíveis: PC, PS4 e Xbox One
Data de lançamento: 2015 (Sem data definida)



The Sims 4
Plataformas disponíveis: PC e Mac
Data de lançamento: 2 de setembro 2014



NHL 2015
Plataformas disponíveis: PS4, PS3, Xbox One e Xbox 360
Data de lançamento:  09 de setembro 2014



UFC
Plataformas disponíveis: PS4 e Xbox One
Data de lançamento: 17 de junho 2014



Mirror's Edge 2
Plataformas disponíveis: PC, PS4 e Xbox One
Data de lançamento: (Sem data definida)



Fifa 15
Plataformas disponíveis: PC, PS4, PS3, Xbox One e Xbox 360
Data de lançamento: 26 de setembro 2014



Battlefield Hardline
Plataformas disponíveis: PC, PS4, PS3, Xbox One e Xbox 360
Data de lançamento: 21 de outubro 2014



Far Cry 4
Plataformas disponíveis: PC, PS4, PS3, Xbox One e Xbox 360
Data de lançamento: 18 de novembro 2014



The Crew
Plataformas disponíveis: PC, PS4 e Xbox One
Data de lançamento: 11 de novembro 2014



Rainbow Six: Siege
Plataformas disponíveis: (Não divulgado)
Data de lançamento: (Sem data definida)



Destiny
Plataformas disponíveis: PS4
Data de lançamento: 9 de setembro 2014



Dead Island 2
Plataformas disponíveis: PC, PS4 e Xbox One
Data de lançamento: (Sem data definida)



The Order: 1886
Plataformas disponíveis: PS4
Data de lançamento: 20 de fevereiro 2015



Little Big Planet 3
Plataformas disponíveis: PS4
Data de lançamento: Novembro 2014



Bloodborn
Plataformas disponíveis: PS4
Data de lançamento: 2015 (Sem data definida)



Magicka 2
Plataformas disponíveis: PC e PS4
Data de lançamento: (Sem data definida)



Let It Die
Plataformas disponíveis: PS4
Data de lançamento: 2015 (Sem data definida)



Mortal Kombat X
Plataformas disponíveis: PC, PS4, PS3, Xbox One e Xbox 360
Data de lançamento: (Sem data definida)



Metal Gear Solid V: The Phantom Pain
Plataformas disponíveis: PS4, PS3, Xbox One e Xbox 360
Data de lançamento: 2015 (Sem data definida)



Batman Arkham Knight
Plataformas disponíveis: PC, PS4 e Xbox One
Data de lançamento: 2015 (Sem data definida)



Uncharted 4: A Thief's End
Plataformas disponíveis: PS4
Data de lançamento: 2015 (Sem data definida)



Yoshi's Wooly World
Plataformas disponíveis: Wii U
Data de lançamento: 2015 (Sem data definida)



Captain Toad: Treasure Tracker
Plataformas disponíveis: Wii U
Data de lançamento: (Sem data definida)



The Legend of Zelda
Plataformas disponíveis: Wii U
Data de lançamento: 2015 (Sem data definida)



Pokémon Omega Ruby and Alpha Sapphire
Plataformas disponíveis: 3DS
Data de lançamento: 21 de novembro 2014



Bayonetta 2
Plataformas disponíveis: Wii U
Data de lançamento: Outubro 2014



Hyrule Warriors
Plataformas disponíveis: Wii U
Data de lançamento: 26 de setembro 2014



Xenoblade Chronicles
Plataformas disponíveis: Wii U
Data de lançamento: 2015 (Sem data definida)



Super Smash Bros: Godd
Plataformas disponíveis: 3DS e Wii U
Data de lançamento: 3DS 3 de outubro 2014 / Wii U 2014 (Sem data definida)



Além dos games apresentados acima, todas as conferências tiveram outros destaques listados abaixo.

Microsoft
Evolve
DLC para Dead Rising 3
Dance Central Spotlight exclusivo para Xbox One
Project Sparks
Ori and the Blind Forest
Inside
Reboot de Phantom Dust
Scalebound
Crackdown

EA
Criterion Games anuncia novo jogo de esportes radicais (Game ainda sem nome)
EA Sports PGA Tour
Madden NFL
Dawngate

Ubisoft
Just Dance 2015
Shape Up
Valiant Hearts

Sony
Entwined
DLC inFamous: Second Son (First Light)
Disney Infinity 2 - Pacote exclusivo dos Vingadores para PS3 e PS4
Grimm Fandango
Abzû
No Man's Sky
The Last of Us para PS4
GTA V para PS4

O que vocês mais gostaram da E3? Quais games estavam esperando? Felizes com os jogos apresentados?

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Da minha parte era isso, espero que vocês tenham gostado, grande abraço e.......tchau.


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Estamos fazendo a escolha certa nessa geração?


Quatrocentos ou quatro mil, o PS4 foi lançado de fato e com isso a nova geração está completa e pronta para começar o seu legado. Chega de hypes, chega de teasers, chega de especulações. What you see is what you get. Mas a pergunta que não quer calar é: qual será o melhor console? Creio que não há uma resposta certa para essa pergunta pois essa é a pergunta errada. Deveríamos estar mais preocupados com nós mesmos. Assim, a pergunta certa seria: o que x console pode oferecer para mim que tem gostos y?

Grande parte da internet dirá que a Sony venceu (ou está vencendo) a competição entre as três grandes empresas dos consoles, porém, isso não deveria ser uma competição. Cada um dos consoles tem seus pontos fortes que devido à maneira como nos foram apresentadas já não são mais “características singulares” e sim “características que esculacham os outros consoles”. As estratégias de marketing da Sony e sua conferência na E3 colocando a Microsoft e seu Xbox One no chinelo com alfinetadas diretas e bem colocadas resultou numa má fama para o Xbone. Entretanto, os dois consoles agora já estão nas mesmas estantes de milhares de lojas e desfrutam das mesmas características, as quais a possível carência causou o maior auê antes do seus lançamentos: Podem-se usar jogos usados e emprestá-los sem restrições. Talvez a Microsoft não mudasse esse aspecto dos jogos usados tão rápido se não fosse pelo soco na cara revide da Sony – visto que os apelos dos fãs e nada não tem diferença para alguns de seus funcionários - mas creio que isso seria um tiro no pé e eventualmente ela acabasse por aquiescer. Enquanto isso, latente e envolto pela briga entre esses dois consoles, o Wii U segue com a fama de “apenas um Wii, só que agora em HD”. Talvez seja pela elegância da Nintendo em não fazer propagandas dando enfoque a concorrência que poucos lembram que ele possui retrocompatibilidade com seu antecessor e serviços de multiplayer online gratuitos, aspectos esses pertinentes (para muitos gamers) e ausentes no PS4 e no Xone.


Mas cada empresa ainda tem muito que aprender uma com a outra. Elas, embora já estejam no mercado há muito tempo, ainda tomam atitudes um tanto deselegantes. A Nintendo, por exemplo, sempre foi muito “ética e educada”. Você nunca veria uma resposta direta dela contra a concorrência da mesma forma que sua conterrânea Sony fez. Porém, entre as três, a meu ver, ela é mais orgulhosa de todas; possivelmente porque é a mais velha e a única das três que vive unicamente do mercado de games – particularidades que não justificam tamanha vanglória. Em ’96, com seu N64, ela cometeu um erro que foi crucial para o fim que o console teve: Negligenciar atenção às desenvolvedoras. Na época, com o advento do PSX, a grande massa dos game developers ansiava por uma mídia de maior capacidade de armazenamento, que era o compact disc, mas a Big N era tão big que preferiu continuar com a mídia que ela queria. E se não bastasse, ela ainda parecia vigorar suas políticas estritas de publicação de jogos em seu console: era necessária uma aprovação dela para que o jogo saísse, então se ele fosse muito violento, antiético, ou not-the-type-we-want-for-a-nintendo-console ele não seria publicado. Juntando esses dois fatores, podemos entender porque a diferença de tamanho da biblioteca de jogos e número de vendas entre o N64 e o PSX é imensuravelmente grande. E no presente momento a Nintendo parece estar cometendo o mesmo erro. O Wii U tem poucos jogos ainda, muito por conta da Nintendo não ter preparado ao menos uns dois títulos first-party para vender o console e também por apenas jogar os kits de desenvolvimento para as desenvolvedoras e não ser receptiva para com elas, diferentemente da Sony que entrega seus kits e conversa com as developers. Mas ainda dá tempo para mudar.

Além disso, algo que a Nintendo tem que as outras não têm é a coragem para inovar de maneira mais drástica. Isso já fica claro se olharmos os controles de seus últimos cinco consoles de mesa que são quase inteiramente diferentes. E também se preocupa com o bolso de seus consumidores lançando geralmente o console mais barato do mercado (o que não significa necessariamente o console menos potente em relação ao hardware, vide os gráficos do Gamecube que eram superiores ao PS2 e ele era mais barato). Dessa forma, pensando no avanço dos games como um todo, sem dúvida, na questão de proposta de gameplay e controles, a Nintendo tem exibido um papel excepcional; enquanto nos hardwares a Sony vem investindo cada vez mais em potência gráfica.

Atualmente, com o PS4, a Sony vem tomando atitudes um pouco competitivas. Na geração passada seu console ficou 20 milhões de unidades vendidas atrás do Wii, que possuía um hardware muito mais inferior. Nessa geração, no atual momento e com um console possante, as vendas do PS4 vêm mostrando um comportamento bem melhor do que seus concorrentes. Porém, ainda assim, ela vem tomando cada vez mais atitudes que parecem focadas unicamente para combater a concorrência. Posso citar, por exemplo, o touchpad do controle do PS4, que ainda tem muito a ser explorado, mas até o momento ainda não me convenceu. Ele é muito pequeno para ser de muita utilidade. A Sony disse que sua proposta com ele seria evitar colocar mais botões que o jogador teria que lidar, mas ele simula mais botões (?) e serve pra ser utilizado como uma espécie de cursor (Er... O analog stick já não faz isso pra gente?). Tirando o fato que você tem que tirar seus dedos da posição “standard” para poder usá-lo, enquanto no PS Vita o touch foi muito melhor executado por ser posicionado atrás do controle e também melhor executado no Wii U porque ele funciona quase como um tablet e quando você for utilizá-lo para clicar de fato - não só checar mapas, itens, etc. em algum jogo – você vai parar o que estava fazendo na tela principal e vai olhar para o controle.  Parece que ela só colocou o touchpad porque “A Nintendo também”. Ela também lançou agora um bundle que vem com o PS4 e o PS Vita /vulgo peso de papel/ junto, e você pode usar o console portátil para fazer compartilhamento de tela, e assim jogar o PS4 na tela do Vita. Novamente, coisa que o controle do Wii U por si só já faz. Parece que desde o PS3, onde o PS Move chegou depois do Wii com seu Wiimote, a Sony tem gostado de lançar “soluções” para que seus produtos possam oferecer o mesmo que as outras empresas – nem que isso seja de uma maneira flopada. Entretanto, a Sony é uma empresa que apesar de deslizar em algumas atitudes, é uma empresa que sabe ouvir. Por isso acertou em cheio ao oferecer serviços de sharing e streaming de conteúdo (via twitch.tv) totalmente integrado com o PS4 pois ela observou que isso está virando tendência (e assim evitará que muitos streamers tenham que comprar uma placa de captura por exemplo).

Por outro lado, a Microsoft aparentemente desconhece a importância de algo chamado feedback. Antes do lançamento do Xbone, praticamente todo o público desgostou da atitude da empresa em exigir estar online para jogar, mesmo que off-line e também a cobrança de taxas para utilizar jogos usados/emprestados. O ex-funcionário Don Mattrick, responsável pela seção de entretenimento interativo da empresa fundada por Bill Gates, chegou a falar, quando questionado, como ficariam as pessoas que gostariam de jogar Xbone e não tinham acesso à internet que: “Felizmente, temos um produto para pessoas que não são capazes de obter algum tipo de conectividade; é chamado de Xbox 360.” Felizmente também, Mattrick é agora ex-funcionário e a Microsoft, mais pela pressão da concorrência do que pelo apelo do público voltou atrás com essa decisão. Mas nem tudo é flop no novo console da empresa – como implica a Sony. Agora ela tem um Kinect mais apurado que, aliado ao hardware mais vigoroso tem muito potencial para jogos de dança e de movimento em geral. Outra coisa que pouca gente entendeu é que o Xbone foi pensado também como uma espécie de media center, onde todas as suas atividades realizadas na televisão podem ficar num lugar só. O PS4 possui leitor de Blu-Ray também, mas assistir um filme no Xbone é mais “aconchegante”, pois apenas com comandos de voz você consegue fazer o caminho filme-jogo-TV-TV por assinatura em qualquer ordem.

Agora pense comigo, depois de todas essas informações e ponderações, todo esse blábláblá, que se reverberá pela internet em comments, posts diversos e vídeos; tem mesmo um console que pode ser chamado de “o melhor”? Vale a pena ansiar por esse console utópico? As empresas não estão inteiramente focadas em criar um console apenas para os gamers e/ou focado para fazer a indústria da área crescer, mas esses são aspectos de grande relevância para elas na hora de planejar o seu próximo videogame. O seu dinheiro tem que ser gasto com algo que você goste, não com o mais lucrativo ou o melhor. O que pode ser melhor para você pode não ser o melhor de todos, mas isso não terá a menor importância para você. Logo, acima de tudo, cada console é bom dentro de sua singularidade, assim como cada um de nós. E embora isso soe o mais clichê possível, cada pessoa tem sua outra prepare-se para a expressão brega lvl 8000 “cara metade” assim como cada gamer tem o seu videogame, só é preciso descobri-lo.
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Novas screenshots de The Legend of Zelda: The Wind Waker HD

Esse Zelda LINDO E MARAVILHOSO instabuy para os fãs e para quem possui um Wii U tem novas screenshots divulgadas, confere aí! Ah, e o jogo estará incluindo num bundle especial do Wii U uíu Deluxe edition que será lançado dia 4 de Outubro e o jogo poderá ser comprado em mídia digital dia 20 de Setembro viva a revolução farroupilha porra11!




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O fenômeno Nintendo 64


Quem acompanha ferrenhamente as notícias sobre a Nintendo, mais especificamente sobre o Wii U, nos sites de jogos surpreende-se pela falta de apoio dos estúdios third party ao console da empresa. A cada dia que passa é uma notícia diferente e desalentadora. Uns alegam que o console não tem a capacidade técnica esperada, outros alegam que versões anteriores venderam menos (mais recentemente com o anúncio de que o Wii U não receberá uma versão nova de "FIFA" porque a anterior - port da versão 12 pra consoles HD - não vendeu bem), uns ainda alegam que a base instalada não é suficiente, gerando o ciclo vicioso de que o console não vende porque não tem jogos, sendo que não tem jogos porque não vende. Seria isso reflexo de alguns erros passados?      


Voltando muito tempo atrás, a nossa querida empresa japonesa dominara o mercado dos jogos com seu Nintendo Entertainment System, o famoso NES ou Nintendinho, e possuíra todo o apoio de empresas third party, sem contar com seus próprios jogos de muita qualidade. Na geração seguinte, o querido Super Nintendo também reinou, mas dessa vez contava com um adversário a altura: o também querido Mega Drive. Ainda sim, as empresas terceirizadas desenvolviam tanto pro SNES quanto pro Mega, sendo que parte delas tinha contrato de exclusividade com a criadora do Mario. Depois da nem tão famosa parceria malfadada entre Sony e Nintendo (a primeira estava desenvolvendo um aparato para o SNES ler CDs), surgiu o PlayStation com uma "política" de desenvolvimento muito interessante para as thirds, principalmente se comparada com as do NES e SNES das gerações anteriores. Enquanto isso a Big N desenvolvia seu videogame de 64 bits que era ansiosamente aguardado por toda a comunidade gamer da época. Surge então o protagonista do texto: Nintendo 64.

NINTENDO SIXTY FOUR, OMG


O N64 era extremamente aguardado pois a empresa nipônica reinava no ramo dos consoles na época, mas por alguns erros de estratégia, eu diria, ele veio a tornar-se o início da queda do 'império nintendista'. A partir dali, as empresas abandonaram-na e partiram para outras plataformas e formaram-se, a grosso modo, dois grupos que compravam seus consoles: os que já tinham comprado um PlayStation e os que contentavam-se apenas com jogos exclusivos desenvolvidos pela própria empresa, ou seja, não faziam questão de jogar jogos de outras produtoras.

Contextualização feita, o "fenômeno Nintendo 64" (batizado por mim) continua até os dias de hoje, com exceção ao caso do Wii porque o público-alvo era diferente. Não serei injusto de dizer que as empresas desistiram da "Gigante de Kyoto", tanto que a CAPCOM fez parcerias de exclusividade até mesmo na época do GameCube, mas parece que os consumidores, sim, desistiram dela. Com um hardware poderoso e um controle anatômico, o GameCube não cativou os consumidores e tornou-se o maior fracasso da história da Nintendo em vendas. Graças à inteligente estratégia de focar no público chamado casual, a empresa japonesa voltou ao topo com o Wii (ainda com o fenômeno N64 em vigência, ainda que nesse caso em específico tenha sido por conta do hardware defasado).


Atualmente o cenário que vemos no Wii U é preocupante. Várias empresas deixando de produzir jogos pra ele por n motivos confirmam o fenômeno que dá título ao texto. Aliás, esse fenômeno está na sua plenitude no Wii U porque quem comprou o console ou pretende adquiri-lo pensa em comprar uma alternativa para jogar os jogos que certamente não sairão pra ele, ou são aqueles que contentam-se em jogar apenas jogos exclusivos como Zelda e Mario, que é o que vem segurando os consoles de mesa (sempre é bom salientar que a situação nos consoles portáteis é diferente, mas é papo pra outro post) da empresa.
Não podemos prever o que acontecerá no futuro com o Wii U ou com os futuros lançamentos de Sony, Microsoft e quem mais quiser se aventurar nessa indústria, mas a tendência é que o fenômeno N64 continue e o Wii U sobreviva a base de jogos feitos pela própria Nintendo (e um que outro de thirds), sendo tratado como uma segunda opção para se jogar jogos diferentes, tal como foi o seu antecessor. A diferença é que dessa vez o apelo multiplayer, que ajudou bastante nas vendas do Wii, está sendo muito menor. Segue o fenômeno 64.

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