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Dead Island 2 promete ação co-op para até 8 jogadores


Durante a conferência da Sony na E3 2014 foi anunciado o game Dead Island 2, que mantem a fórmula de sucesso que deu certo no primeiro título e acrescenta alguns elementos que podem dar um upgrade pontual na série. A produção e distribuição do game fica a cargo da Deep Silver, responsável também por Spec Ops. O lançamento está previsto para 2015, disponível para PC, PS4 e Xbox One. 

Na cronologia da franquia, o jogo se passa após os eventos ocorridos na ilha Banoi, cenário do primeiro game. Em Dead Island 2, a epidemia se tornou global, porém ainda existem células de resistência, algumas delas localizadas na Califórnia, mais precisamente em San Francisco e Los Angeles, que serão os locais a serem explorados. 

Informações dadas pela Deep Silver sobre a narrativa do jogo.

“Vários meses após os eventos em Banoi, o exército dos Estados Unidos colocou toda a Califórnia em quarentena. Agora um zona restrita, o estado se tornou um paraíso sangrento para aqueles que se recusam a abandonar suas casas e um arena de ação para aqueles que procuram aventura e glória. Combinando os clássicos elementos de Dead Island, como combate corpo a corpo imersivo, ação e RPG, Dead Island 2 irá contar com armas nunca antes vistas e localizações icônicas da costa Californiana”.

O anuncio oficial do game ocorreu na E3 2014
Outra questão interessante será o modo multiplayer, que será cooperativo e competitivo. O suporte será de até 8 jogadores em servidores exclusivos para o game. Vale mencionar também que o motor gráfico que será usado é o Unreal Engine 4. Ainda sobre o conceito da história, os produtores querem que o jogo dê mais vantagens para a humanidade, já que teoricamente, depois dos eventos de Dead Island, as pessoas já sabem lidar, de alguma forma, com esse processo epidêmico. 

Segundo a Deep Silver, o que foi visto na E3 foi apenas uma demonstração inicial, feita ainda em 2013. Não há como avaliar os gráficos do jogo ainda, mas a promessa é que os gráficos sejam realmente da nova geração, não apenas um upgrade do gráfico anterior. Sobre o gameplay, muitos elementos no cenário poderão ser usados nas lutas contra os zumbis, tais como barris explosivos, cercas elétricas, arames farpados, vidros de garrafas, além dos ataques de fury, que apesar de consumir uma quantia considerável da barra de poder, acaba com um zumbi em um só golpe. Essa interação com o cenário mostra o dinamismo que o game quer trazer para a franquia, ponto importante. 


Os personagens serão divididos em classes, sendo possível escolher hunter, berserker, speeder e bishop, e cada um terá um estilo próprio de jogo. Também será possível acertar uma determinada parte do zumbi, para matar instantaneamente ou apenas para dificultar sua forma de ataque, no caso, atacando os braços, e em sua velocidade, atacando as pernas. Dead Island 2 assume de vez o humor negro como marca, uma coisa diferente mas que se feito de forma correta, já se provou uma fórmula vencedora.

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Da minha parte era isso, espero que vocês tenham gostado, grande abraço e.......tchau.



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Jogos Surpreendentemente Positivos - Lollipop Chainsaw


Olá, pessoal! Fazendo uma breve apresentação, meu nome é Gustavo e pretendo colaborar inicialmente no Sidequest com textos curtos e descontraídos sobre determinados jogos. Venho escrever sobre o primeiro texto do tema que abordarei a seguir: Jogos surpreendentemente positivos. 

Sabem aquele jogo que compramos por impulso e depois pensamos: “Poxa, por que fui comprar justamente esse?”. Então. Costumo ser aquele cara que não faz mais do que dar uma olhada breve nos jogos que me interessam, seja pela expectativa de explorar ou simplesmente porque prefiro jogar a assistir reviews. Em uma visita a uma loja, saí com Lollipop Chainsaw em mãos e logo depois de alguns minutos, achei que me arrependeria.

Se vocês já conhecem o diretor por trás deste game, sabem que “normal” não é o tópico em pauta aqui. SUDA51 criou Lollipop Chainsaw e outros jogos com estilo único, com destaque em No More Heroes e recentemente, Killer Is Dead. Mas bem, vamos aos fatos que me fizeram e podem fazer vocês de um jogador antecipadamente frustrado a um jogador satisfeito: Primeiro de tudo, o jogo tem grandes doses de humor entre Juliet - personagem principal que é aquela clássica líder de torcida americana – e Nick – o namorado de Juliet fortão que foi comido por zumbis e ficou sem corpo. Enquanto Juliet mata zumbi atrás de zumbi totalmente animada, Nick se mantém pessimista em 90% do tempo, o que é bem compreensível já que do coitado sobrou só a cabeça.


O jogo começa com Juliet acordando no dia do seu aniversário, indo se encontrar com Nick e boom: Todo mundo na rua virou zumbi e ela já saca a motosserra fazendo altos combos pra matar os caras. Até aí eu já estava achando bem divertido, só que o melhor vem no final do primeiro capítulo: Um gótico que sofreu bullying do pessoal da escola abre um portal do submundo que trás os zumbis da música (?), cada um com um poder mais bizarro do que o outro. Pois é minha gente, é muito acontecimento nonsense em muito pouco tempo. Não contarei mais da história até porque o final é hilário - por sinal, há dois finais, o bom e o ruim - mas gostaria que o jogo fosse mais longo, levando em conta que pra virar ele deve-se levar mais ou menos 8 horas.

Fanservice é outra coisa muito explorada, pois metade dos combos que Juliet faz rodopiando por aí mostra a calcinha e 95% das roupas dela vão para o lado sexy (claro, ainda tem a roupa de coelho macabro pra salvar o dia). A OST do jogo é outro ponto forte, pois há muitas músicas a serem compradas na loja e a maioria delas são muito boas, tendo como exemplo Heroes of Our Time do DragonForce e outras clássicas. As piadas e discussões de Juliet com Nick são mais do que motivo para comprar o jogo, e se você gosta de desafios, terá vários bem excêntricos, como lavrar zumbis com um trator e passar por um minigame shooter sem atirar (este em especial me fazendo arrancar alguns cabelos, pois foi o troféu mais difícil do jogo e eu tentei umas 30 vezes até conseguir finalizar o maldito).


Então, se você é como eu e gosta de se de se divertir distribuindo doses de pancadaria unidas a uma bela história trash, compre sem medo. A jogabilidade vai melhorando conforme os combos são comprados na loja e os atributos de Juliet vão sendo melhorados com o decorrer do jogo, bem como as “utilidades” de Nick. Lollipop Chainsaw é um Hack’n’Slash pouco casual, mas se você gosta de simplesmente jogar sem preocupações, acrescente mais este a lista e aproveite!



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Mais zumbis em 'Dying Light'


E mais um jogo com temática de apocalipse zumbi irá chegar ao mercado: 'Dying Light', da Techland, mesma produtora de 'Dead Island', recebeu destaque em eventos pré-BGS, aqui no Brasil. A produtora polonesa garante que o novo game não é a mesma coisa que seu outro título, mas sim muito mais maduro e com mecânicas diferentes. Ainda bem, já que apesar de Dead Island ter sido bem divertido, ainda mais jogando com amigos, não foi lá essas coisas no quesito enredo.

Ao invés do cenário paradisíaco, Dying Light se passa em uma cidade infestada por mortos vivos, e o maior enfoque está na sobrevivência e não na pura matança de zumbis. Também em primeira pessoa, a grande sacada é que o personagem principal usa várias acrobacias e técnicas do parkour para se locomover pelo cenário, quase como Mirror's Edge.


Para buscar medicamentos e suplementos que foram deixados por um helicóptero (?), o herói deve atravessar a cidade pulando, saltando e correndo loucamente pelos telhados e estruturas, evitando ao máximo as hordas de zumbis. Nesse trajeto, várias missões opcionais podem acontecer, e cabe ao jogador decidir se vai desviar-se do objetivo principal para ajudar possíveis sobreviventes ou deixá-los para morrer, mas se você resolver ajudar, pode ganhar recompensas.

Um ponto importante é o ciclo de dia e noite (adeus dias infinitos!) - à noite os zumbis ficam mais agressivos e ágeis, corre bino!


Uma coisa que Dying Light tem bem semelhante a Dead Island (além da temática, duh) é a predominância de armas brancas e o sistema de customização, que permite criar machetes elétricas ou porretes com pregos e coisas do tipo. 

Zumbis "mutantes" também fazem sua aparição, com espécies gigantes e alguns capazes de perseguir o personagem até quando ele está pulando sobre os telhados, inclusive, em um gameplay feito pelos próprios produtores (que você pode conferir lá embaixo), um zumbi persegue o personagem e consegue alcançá-lo sem muitos problemas, e aí é game over - é só isso, não tem mais jeito... acabou... boa sorte ♫

Será possível jogar com amigos, em uma campanha multiplayer, o que deve melhorar em muito a diversão e a experiência do jogo.


O título promete bastante ação e a adrenalina da sobrevivência no apocalipse zumbi, mas talvez esse gênero já esteja um pouco saturado - não há nada de muito novo em Dying Light, percebemos elementos de outros jogos e mecânicas re-usadas, não que isso torne automaticamente o jogo ruim, mas dá uma sensação de estarmos jogando algo igual.

De qualquer forma, Dying Light será lançado para PC, PS3, Xbox 360, PS4 e Xbox One, em alguma data de 2014, e aí sim quando for lançado veremos o quão bom é o game. Até lá, você pode conferir mais fotos, o trailer e alguns minutos de gameplay oficial:




(Pule para 10:15)







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