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Opinião #1 - História e jogos eletrônicos

     
Meus caros jogadores e minhas caras jogadoras, vocês já pegaram em um controle hoje? Eu francamente espero que sim, e que tenham aproveitado! Vivemos em um belíssimo momento desse braço da indústria de entretenimento, e existe muito o que se comemorar, tanto dentro quanto fora do Brasil. Claro que nem tudo são flores.


E já que estamos falando de flores, vamos falar de FF8

Primeiro, deixem-me compartilhar um pouco do meu histórico como jogador: Tudo começou quando eu fazia algumas visitas a casa de um tio meu, que tinha um Atari 2600, ou quase, já que ele era um dos clones que a CCE fazia, com o nome de Supergame, um controle, e três jogos: Pac-Man, River Raid e Pitfall. E claro, com meus oito anos eu realmente não tinha muita ideia de como se jogava aquilo, mas alguma coisa ali acabou sendo ativada dentro da cabeça daquele moleque.

Mais ou menos nessa mesma época uma tia minha levou um outro clone da CCE, o Turbo Game. Mas agora, eu tive a oportunidade de experimentar o jogo do carinha azul que dava uns tirinhos. Era um jogo difícil, mas que teve um futuro brilhante. Era o Mega Man. E ela acabou deixando esse console comigo, e aí me juntei com meu primo, e pudemos experimentar coisas como Street Fighter 2010 e a versão pirata de Street Fighter 2, Super Mario Bros, Sexta Feira 13, Battletoads, e minha maior frustração, Start Tropics e o maldito puzzle dos três números, que acabou me impedindo de terminar o jogo na época.


                                                                                       

Dois dos clones mais famosos da CCE, mas não foram os únicos!

Uma questão engraçado sobre o console da CCE que clonava o NES era o fato dele aceitar os dois formatos de fitas que esse console possuía na época, o que viabilizava o uso de quaisquer cartuchos que você conseguisse colocar suas mãos. E podem ter certeza que essa era uma função muito bem vinda nessa época, onde pegar fitas emprestadas era algo constante para nós que quase não sabíamos nem onde comprar esses cartuchos.      

Acabei pulando a geração SNES/Genesis, e assim eu perdi contato com diversos títulos que ajudaram a moldar uma geração de desenvolvedores e jogadores, mas consegui aproveitar um pouco do Super nos famosos fliperamas da cidade, além de visitas estratégicas nas casas de primos e amigos que tinham uma renda melhor que a minha na época, e assim pude experimentar jogos como Donkey Kong Country ou Sonic 3.

Mas é claro que mesmo com as fitas sendo um pouco diferentes nas suas versões americanas e japonesas, ainda era fácil conseguir versões piratas de jogos para esses consoles, e olha que isso era muito útil, principalmente quando alguns desses jogos raros eram pérolas como Sonic Wings ou Street of Rage 2.


Até mesmo a série Final Fantasy passou por altos e baixos. O terceiro jogo da franquia saiu no Japão em 1990, mas só saiu oficialmente neste lado do mundo em 2006!

Logo eu acabei experimentando o console que realmente me pegou e não largou mais, o Playstation, o número 1, e também acabei descobrindo meu amor pelos jogos de luta quando pude ver obras como KOF 97, Rival Schools, Soul Edge, MK Trilogy, Street Fighter EX entre tantos outros. E foi na época do PSX que a pirataria alcançou patamares que davam medo! E alegria, de certo modo.

Nessa época, se você tinha um gravador de CD e internet discada Super 11, você logo seria capaz de fazer copias de jogos. Assim, qualquer um poderia facilmente ter uma coleção com mais de cem títulos com pouquíssima dificuldade. E isso fez com que as pessoas tivessem títulos absolutamente variados! Digamos que você era um fã de shoot'em ups, você podia pegar um Sonic Wings com um amigo, um Sexy Parodious com outro e um Einhänder comigo, por que eu adorava aquele jogo!



Sério, eu adoro, e nem sei bem porquê

Durante a geração 128 bits chegamos ao que parecia o ponto mais alto desses destravamentos, afinal, tínhamos três bons chips diferentes para o PS2, e inclusive um desses, o melhor pra falar a verdade, era feito no Brasil. No XBOX tínhamos a possibilidade de transformar o console em uma central multimídia quanto trocávamos o disco rígido e adicionávamos o XBMC como o novo "sistema operacional". O Gamecube não participou muito dessa corrida, talvez pelo fato da sua mídia, ou talvez pelo poder que a Sony conseguiu somar a sua marca com o grande sucesso daqueles dois consoles.
        
Com o início da geração PS3/XBOX360/WII começou a se tornar mais difícil destravar tais consoles, e uma das grandes razões para isso foi a presença constante da internet pela primeira vez. E com essas novas funções vinha o medo constante de que seu console modificado poderia ser "brickado" a qualquer momento, o tornando muito mais limitado. Mas houve um ponto positivo para os jogadores, e foi o enorme impulso na venda de jogos originais a preços competitivos, e recentes, já que passamos a ter os mesmos lançamentos que os EUA, quase simultaneamente e com preços bem próximos dos praticados lá, além da estrutura para jogos online que finalmente podia competir com os computadores.

Mas, tirando o console da Sony, os outros dois competidores dessa corrida decidiram fechar o cerco sobre os jogos importados, o que limitaria, e muito, o acesso a certos jogos. As vezes, os fãs conseguiam que as empresas revisassem suas políticas e trouxessem jogos raros, principalmente da terra do sol nascente, como foi o caso a Operation Rainfall, que convenceu algumas empresas a trazer três títulos de RPG para o Wii, mesmo depois da Nintendo não mostrar interesse.


Xenoblade Chronicles é tido como um dos melhores jogos do Wii, e mesmo assim, uma boa parte do mundo não iria conhecer o título se dependesse apenas da Nintendo

Infelizmente a situação é bem diferente quando nos voltamos para as DLC's e jogos oriundos dos serviços online de varejo desses consoles. Embora o PS3 praticamente não possui jogos com travas de região, um dos poucos exemplos foi o Persona 3 Arena, nas lojas online é exatamente o contrário. Esses serviços criaram maneiras bem eficientes de evitar que você tenha acesso a conteúdos de áreas diferentes, com travas que identificam a região onde seu console está conectado e bloqueios a cartões internacionais que não sejam do país de origem da conta. Fora que em ambos os consoles você precisa criar contas específicas para cada mercado para ao menos tentar comprar alguns dos jogos que existem lá. E claro, se você tem a versão Americana de um jogo, as DLC's das outra versões são inúteis.


Namco X Capcom foi um dos jogos que nunca saíram por estes lados. Felizmente a continuação, Project X Zone, foi lançada

Talvez o pior exemplo dessas situações tem sido o que experimento no PS Vita, onde você pode ter apenas uma única conta para cada cartão de memória, e caso decida trocar de conta, você precisa dar um "hard reset" no portátil, o que torna a tarefa de reconfigurar todos os seus dados um tédio que inviabiliza o processo. Outro problema é que mesmo que você tenha jogos compatíveis com o Vita em uma outra conta, você não vai poder usar no seu console graças a essa trava. No caso do 3DS, temos as travas de região para os jogos, então, nesse ponto, ao menos o Vita se sai melhor, já que a mesma não é utilizada.

Onde eu quero chegar com tudo isso? Bom, o mercado nunca alcançou tantas pessoas em nosso país, e hoje temos o prazer de ver jogos desenvolvidos por estúdios brasileiros recebendo bastante atenção por parte de empresas como a Sony. Hoje nós podemos sair de casa para comprar diversos títulos diferentes para todos os principais consoles por preços razoáveis, mesmo que nem sempre seja o caso, como a Sony mostrou ao lançar o P$4 por praticamente o mesmo preço do meu carro usado, mas talvez estejamos perdendo um pouco, mas a mídia ainda enfrenta um problema sério na distribuição do seu conteúdo, que parece estar ficando cada vez pior a cada dia que passa. Hoje é difícil achar alguém que tenha um PS1 funcionando, e mesmo que tenha um PS2, sem um Memory Card daquele console, seu uso se torna limitado, e isso pode impedir que muitas pessoas consigam experimentar, de maneira legal, tantos jogos fantásticos que nunca chegaram por aqui, e que parecem não ter data para aparecer.



Memory Cards, peça que os jogadores mais novos provavelmente não vão mais conhecer

Pra finalizar, esse texto meio que foi um exercício para organizar algumas coisas que passavam pela minha cabeça sobre a situação atual dos consoles, pirataria e emuladores, afinal, é claro que jogos são diversão, e entretenimento, mas hoje, é difícil não perceber que isso foi o passado. Atualmente jogos eletrônicos, vídeo games, já são um movimento cultural, e por isso preservar o acesso ao passado, a história dessa mídia, passa a ter uma importância cada vez maior. Claro que jogos são produtos, e existem pessoas que precisam ganhar dinheiro para que novos jogos continuem saindo. Mas sem passado, como construir um futuro melhor? Como aprender com os erros? Nos PC's, serviços como GOG, e mesmo a Steam, tem ajudado muito, e existem outros serviços que disponibilizam jogos que não exitem mais maneiras de se conseguir, como o Best Old Games, onde existem muitos Abandonware, jogos que não se sabe bem quem tem os direitos, e por essa e outras razões, não estão mais disponíveis oficialmente, mas isso serve apenas para os PCs. Assim, as bibliotecas virtuais que a Nintendo e a Sony tem construído são de grande valor para os consoles e para os jogadores, mas de que adianta se não tivermos acesso eficiente a esse material? Será que vamos esquecer e outras pessoas nunca vão nem saber? Veremos.

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Final Fantasy Explorers – O novo RPG da Square Enix para 3DS



Final Fantasy Explorers é uma ótima notícia não só para os fãs da franquia, mas também para todos os donos de 3DS que gostam do gênero. O game será lançado em 2015 exclusivamente para o portátil da Nintendo e o desenvolvimento e distribuição fica a cargo da Square Enix, como não poderia ser diferente. 

O jogo será um RPG de ação e contará com os clássicos Jobs, entre eles, Monk, Knight, White Mage, Black Mage, Dragon Knight, Paladin, Thief, Ninja, Red Mage, Time Mage e Bard. O game tem uma semelhança grande com Monster Hunter, mas foi descrito principalmente como uma versão mais leve de Final Fantasy XI e Final Fantasy XIV.

Design de alguns personagens:





Um detalhe interessante é que após derrotar determinado inimigo, poderemos treiná-lo e usá-lo em batalha a nosso favor, cada personagem terá um slot que poderá ser ocupado por um monstro. O jogo terá entre 100 e 200 horas de entretenimento, um tempo excepcional de gameplay. 

O cenário do jogo se passará em uma ilha, com dezenas de locais a serem explorados e o jogador terá liberdade total para ir e vir como bem entender. Além disso, após a campanha principal ser encerrada, você ainda poderá aproveitar dezenas de horas de gameplay, algo parecido com o que já vimos em Skyrim. 


Maiores detalhes sobre a história ainda não foram relevados, mas podemos ter certeza que esse Final Fantasy será um ótimo jogo, pois a Square já estava trabalhando nele em sigilo há algum tempo, o que comprova isso é que o game foi anunciado a pouco tempo e já tem uma data de lançamento dentro de um prazo relativamente curto. 

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Da minha parte era isso, espero que vocês tenham gostado, grande abraço e.......tchau.



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Órfãos do JRPG


Primeiramente gostaria de me apresentar, meu nome é Murilo, mas podem me chamar de Galford Strife, e sou o membro mais novo da equipe do Sidequest. Nessa minha primeira matéria falarei sobre uma coisa que está me incomodando bastante no mundo dos games: o fato de as empresas terem feito cair no esquecimento o meu gênero favorito: o JRPG (Japan RPG). Para os desavisados de plantão e que são noobs no gênero, irei explicar o que é o JRPG e também sugerir (relembrar, para os que já conhecem) games clássicos do gênero, e, para uma maior qualidade nas indicações, irei falar somente sobre os jogos que eu já joguei.

olhe, está chovendo purpurina...

Definição


Como uma definição bem crua, poderíamos dizer que o JRPG nada mais é do que um RPG feito no Japão (OOOHHHHH), mas há muito tempo o gênero passou a ser muito mais do que isso, até porque existem JRPG's feitos no ocidente, mas o que diabos define um JRPG então? Calma meus jovens padawans, para facilitar irei citar algumas coisas que, em regra (os estudantes de direito de plantão entenderam, e se você não é, uma explicação: toda regra tem uma exceção), classificam o jogo como um JRPG:

Primeiro eu, depois você

1ª Regra:  Combate por turnos. Todo JRPG que se preze tem seu combate feito em turnos, ou algo semelhante (Final Fantasy XII por exemplo não tem seu combate inteiramente em turnos, porém o ATB, Active Time Battle, que é um sistema de luta no qual o player tem que esperar encher uma "barrinha" de tempo do seu personagem para poder executar uma ação, está presente e simula um combate por turnos, portanto, também se enquadra no gênero), se você acha combate por turnos uma coisa chata esse não é o seu estilo de jogo e você pode queimar no inferno. Ao meu ver, a grande vantagem desse sistema é que o combate fica bem mais estratégico, afinal, uma ação mal executada pode te complicar muito em um combate, principalmente se for contra aquele mega boss extremamente apelão, que por várias vezes te faz olhar para a tela de "Game Over" tão odiada pelos players.

um mundo para desbravar

2ª Regra:  A exploração. Os JRPG's costumam focar bastante nesse quesito, vários jogos te fazem andar igual uma barata tonta pelo mapa, procurando o local no qual você deve realizar uma quest, seja ela pra encontrar algum item, achar aquele npc chato ou enfrentar algum inimigo, ou até mesmo para encontrar algum lugar com inimigos que deem bastante XP para que você possa upar o seu char.

esse manja das alquimia

3ª Regra: A História. Geralmente, é o foco principal do JRPG, que, na maioria das vezes, te coloca em um mundo que está passando por uma ameaça muito grande, que as vezes é um vilão maligno super-poderoso ou com um tema mais político (guerra entre nações por exemplo) e te faz querer ler cada dialogo principal. Claro que alguns games vem com uma história de merda não muito boa, e nem original (FF X-2 que o diga), mas que você joga e gosta do jogo por outros motivos.

um por todos e todos por um

4ª Regra: O grupo. Quase sempre os JRPG's unem um grupo com objetivos em comum (as vezes não tão em comum assim), que se conhecem nas mais variadas situações e, quase sempre, os personagens que fazem parte do grupo tem histórias próprias e um passado a ser descoberto no decorrer do jogo.


5ª Regra: O estilo anime. Essa não é uma coisa presente em todos os jogos de JRPG, porém, na maioria você encontra, até em jogos que tentam passar um gráfico mais realista esse estilo está presente (FF VIII e FF XII são bons exemplos).

6ª e última regra principal (UFA!!!): O conjunto de fatores e a soma das regras. Nem sempre um jogo terá todas essas regras, porém a combinação de algumas tem que se fazer presente.

Considerações finais sobre a definição: Um JRPG é um estilo que te faz envolver-se com a história e com os personagens, tem uma pitada de humor (na maioria das vezes) e te faz rir/chorar/ficar com raiva de algum vilão FDP, resumindo, se emocionar de alguma forma, vale a pena dar uma chance a esse estilo de jogo.

Grandes Jogos (que eu já joguei)

A primeira vez que eu coloquei as mãos em um JRPG foi na época da febre Pokémon, eu era criança e super fã dos monstros de bolso (pocket monsters dãããã) e como era um nerd tetudo dependente dos pais ainda era uma miniatura de pessoa, que não tinha dinheiro próprio, jogava em emuladores na casa de alguns amigos ou na do meu pai. Mas o jogo que me fez virar fã do gênero com certeza foi Final Fantasy VIII, comprei o jogo para o meu finado PSX e desde a primeira vez que o coloquei para rodar no videogame, me apaixonei completamente por causa de alguns elementos: uma abertura fodástica, personagens carismáticos, uma trama bem política e que mesmo assim envolve coisas místicas (magia e coisas do gênero) e uma trilha sonora estupidamente maravilhosa (a música "Succession of Witches" é de longe a minha música de games favorita) composta pelo, na minha opinião, melhor nesse quesito de toda a história dos games: o grande mestre Nobuo Uematsu. A única coisa ao meu ver que o jogo peca é no sistema de batalha (também não chega a ser ruim) no qual você fica muito preso ao uso dos GF's (Guardian Forces, são monstros que você invoca no jogo). Mas enfim, para não nos estendermos mais do que o necessário, vou fazer as minhas indicações para quem se interessa em entrar para esse mundo (e para quem já faz parte, mas não jogou algum desses jogos):


Série Final Fantasy

Sim, vamos começar pelo óbvio, até porque é de longe a série de JRPG's mais famosa do mundo, e a que mais ajudou a popularizar o gênero, apesar de alguns de seus jogos não serem nada originais (principalmente os primeiros), a maioria é extremamente envolvente e eu irei citar os que eu considero os melhores (principalmente para quem não jogou):

 e eu achando que a deusa iria nos abençoar... (versão hd pra ios)
Final Fantasy VI: História excelente, um dos melhores FF's (na minha opinião melhor até do que o VII), com um história bem política e o melhor vilão de toda a série (sim, melhor do que Sephirot, podem me crucificar se quiserem): Kefka Palazzo. Que é completamente insano e se veste como um palhaço (Palazzo, sacam?) e, a critério de comparação, lembra o coringa. Sério, vocês irão amar e odiar esse cara. Amar por ser um vilão tão bem construído, e odiar pelos seus atos no jogo (ele chega a envenenar um reino inteiro, matando quase todos), futuramente (talvez) farei uma matéria sobre Kefka. Enfim, é um jogo com gráficos já muito ultrapassados, porém, se você gosta de uma história foda e com personagens envolventes, deve dar uma chance para esse jogo.

Nos proteja Cloud!!!

Final Fantasy VII: O mais hypado de todos os FF's. Fãs pedem desesperadamente para que a Square faça um remake, e a Square se nega desesperadamente a faze-lo, apesar de ter lançado uma versão remasterizada pra PC. Apesar de considerá-lo muito hypado, também adoro esse jogo, realmente é um dos melhores FF's já feito (apesar de preferir o VIII e o VI e por isso achar o VII hypado). É dificil não se apaixonar (no bom sentido seus maliciosos) por personagens como Cloud, Sephirot (segundo melhor vilão dos FF's na minha humilde opinião) e quase todos os outros personagens principais. Assim como o VI (e a maioria dos FF's) a história tem um tema político (Cloud é um ex-Soldier que começa trabalhando "mercenariamente" para um grupo rebelde) e é simplesmente muito foda. Se você ainda não o jogou, não perca tempo e vá descobrir o porque desse jogo ser tão hypado.

aquela cama ali hem???

Final Fantasy VIII: O meu preferido de todos os FF's. Nem preciso falar que a história tem tema político né? Enfim, possui personagens ótimos e cativantes, história muito bem construída e, na minha opinião, a melhor trilha sonora de todos os jogos da série. O único problema é que o sistema de batalha não é tão bom como os do VI e do VII. Mas se você é um cara que quer começar por um FF que tenha um gráfico um pouco melhor que os mais antigos e gosta de uma história bem construída, esse é o FF certo pra você começar. O jogo também ganhou uma versão remasterizada para PC recentemente e está disponível na Steam.

já sabemos o que zidane foi fazer depois que se aposentou do futebol...

Final Fantasy IX: Um FF que a Square fez para tentar voltar as origens, com os personagens podendo equipar armaduras novamente (ao invés de somente armas e alguns acessórios dos últimos 2 FF's) e voltando com os gráficos com estilo antigo (mais estilo anime e personagens meio cabeçudos), porém, assim como os últimos, tem uma história e personagens muito bons. Comece com esse se você preferir gráficos bons e um JRPG mais tradicional.

Pensamento do Tidus: Imagina ela na minha cama...

Final  Fantasy  X:  Pelo  pouco  que  eu  joguei  posso  falar  que  é  outro  grande  FF, história  boa e  personagens  bem  construídos,  sistema  de  luta  excelente, e com  o player podendo trocar os personagens durante as lutas, recomendadíssimo também. Mas aí você padawan nerd tetudo me pergunta: E o FF X­2? Nããããããão, NUNCA, mas nunca mesmo, comece com esse jogo, não que ele seja uma bosta completa, mas está longe de ser  de  grande  qualidade,  só  jogue  esse  jogo  mesmo  se  você  terminou  o  X  e  gostou bastante da história, porque se não gostou vai passar a odiar após jogar o X­2.

baixou o santo na coruja

Final Fantasy XII: Outro FF que vale muito a pena, alguns não gostam pelo estilo meio MMORPG (você se movimenta durante os combates) e o fato dele não ser totalmente por turnos, apesar de ter o ATB (leia o começo do post que irá entender). Se você é super fã de MMORPG's e quer entrar nesse mundo de RPG's orientais, esse é o jogo certo pra você.

Tentando imitar Jesus...

Final Fantasy Tactics: Curte jogos de tabuleiro, história com várias intrigas, traições estilo game of thrones e uma narração meio shakesperiana? Esse é o jogo pra você.

Série Persona

Adeus mundo cruel
A série Persona (ou Shin Megami Tensei: Persona se preferir o nome completo que eu só não coloquei no título pra não ficar muito grande) é uma série que mistura exploração de Dungeons com um simulador de vida escolar (é melhor do que parece, juro mesmo), e é um JRPG que fez um certo sucesso recentemente com a 3ª e a 4ª versão do jogo.

Não irei falar dos jogos especificadamente igual fiz com os FF's porque eu joguei somente a 3ª versão, e gostei demais do jogo, que tem como foco principal a invocação dos Personas (seres elementais que vivem na mente dos personagens principais, não entendeu? jogando você entenderá facilmente meu jovem padawan) e a exploração de uma Dungeon absurdamente enorme. E antes que você me pergunte o que diabos um adolescente virgem está fazendo com uma arma apontada para a própria cabeça na imagem acima, eu te digo: não é uma arma de verdade, é um objeto usado pra expulsar o persona de sua alma (sinistro) e tem esse formato para facilitar o manuseio, enfim, no jogo explica todos os detalhes. Se você curte simuladores e explorações de dungeons, essa com certeza é a série que você deve começar a jogar, e sim, comece pelo 3º jogo e depois jogue o 4º (que eu ainda irei jogar também).


Chrono Trigger

Bora dormir, porque temos muito trabalho amanhã!

Eleito por muitos como o melhor RPG de todos os tempos, eleito por muitos como o melhor jogo de Super Nintendo de todos os tempos. Chrono Trigger é um jogo simplesmente fodástico, sério, palavras não descrevem o quão esse jogo é foda (no sentido de ser bom), e tem os desenhos dos personagens feitos por ninguém menos que Akira Toriyama (pros que não vivem nesse mundo sabem, é o criador/desenhista de Dragon Ball) . Se você quer começar com um jogo que irá tomar horas de sua vida, que a história é espetacular e que não seja Final Fantasy (as vezes você pode não gostar da franquia da square né) dê uma chance a esse jogo, dificilmente você não irá gostar e se não gostar quero que queime no inferno.

Dragon Quest VIII

Tá na hora do pau

Outro excelente jogo desenhado pelo mestre Toriyama, com uma história também espetacular, gráficos lindos (pois já é da época do PS2), personagens super carismáticos e uma temática medieval. Se você é super fã de jogos medievais, não quis começar com Chrono Trigger por ele ser meio futurista ou pelos gráficos ultrapassados, comece com esse que você não irá se arrepender.

Conclusão das indicações

Eu poderia lhes indicar muitos outros bons jogos de JRPG que eu já joguei, mas como essa matéria foi só pra indicar alguns jogos para que os noobs no gênero possam ter por onde começar, vou parar por aqui, talvez farei uma continuação com mais indicações, mas por enquanto já comentei sobre as principais obras que eu joguei, e se você jogar mais de uma e mesmo assim não começar a curtir o gênero sugiro que se exploda que vá jogar outro tipo de jogo, porque realmente esse estilo não foi feito pra você e você deve ser uma pessoa muito chata.

Voltando a criticar as empresas

não, nós não morremos ainda, não nos abandone...

Tendo explicado sobre o gênero e feito algumas indicações para quem se interessa em conhecê-lo, voltarei a falar sobre o que me atormenta: o abandono das empresas com relação a esse estilo. Sinceramente, desde FF XII e Dragon Quest VIII (ambos de PS2) não jogo um JRPG de qualidade, ainda mais depois que resolvi trocar os consoles pelo PC (não quero explicar motivos para não alimentar nerds tetudos gamers que ficam de guerrinha de plataformas e falando "mimimi PC é melhor" daqui e "mimimi PS4/Xbox One é melhor" dali), pois se as produtoras já fazem poucos JRPG's de qualidade para os consoles hoje em dia, quem tem PC e gosta do gênero então... está praticamente esquecido. Parece que essas empresas esquecem do grande sucesso que seus jogos foram no passado e o que podem ser agora que a parte gráfica dos jogos está bem mais desenvolvida. Somente se você tem um portátil ainda conta com alguns lançamentos decentes de JRPG's (principalmente se esse portátil for um 3DS). Enquanto as empresas não voltam a dar atenção pra esses amantes do gênero (igual eu), só nos resta jogar os jogos antigos, e pedir a essas empresas que voltem a fazer jogos maravilhosos iguais a esses que elas faziam no passado, infelizmente.

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7 das vilãs mais ÉPICAS do mundo dos games!

(GLaDOS cosplay by Tenori-Tiger)

Um salve, aventureiros! Podemos concordar que um bom antagonista é uma maravilha em um game. Alguém pra enfrentar, pra vencer! Passar todo o jogo odiando e sofrendo na mão deles... Ou delas!

Nesse texto, pago meus tributos à 7 das vilãs mais malignas e perigosas do mundo dos games. Rezem para não estar na mira delas (se bem que Morinth valeria a pena... pera, pera!)
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Trailers da Square-Enix na E3 2013



PREPARA, que agora, é a hora, do show da poderosa Square Enix (Squeenix for short) trouxe uma porrada de trailers nessa E3 para matar todos os seus fãs do coração. Muitos rumores se tornaram verdade e depois de tanto hype, cá estão as obras primas que estão por vir na nova geração. Preparem os olhos para muita CG FABULOSA e GAMEPLAYS tão fabulosos quanto.
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Novo trailer de Lightning Returns


Foi revelado pela Square-Enix um trailer de Lightning Returns para a E3.

O vídeo mostra algumas cenas que já vimos antes, além de "novos" personagens, como o nosso querido Snow Villiers. Noel e a Garota-que-se-parece-com-a-Serah (Lumina) também aparecem, e pelo jeito Lightning vai ter algum tipo de atrito com Noel por conta de uma tal de profecia.
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