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Quantum Break e Rise of the Tomb Raider serão exclusivos de Xbox One


A Microsoft nesta terça-feira mostrou de forma mais efetiva uma de suas armas exclusivas para concorrer com o PS4 no mercado de games. Quantum Break é um game de tiro com elementos de manipulação do tempo, e foi mostrado pela primeira vez na conferência da empresa na Gamescom. O game foi desenvolvido pelo estúdio Remedy, também responsável por Max Payne e Alan Wake. O protagonista terá diversos poderes, entre eles, podemos ver cenas em que ele corre com uma rapidez impressionante e acaba ofuscando a visão dos adversários. Em outro momento podemos ver que ele é capaz de criar uma espécie de dobra no tempo, o que lhe permite bloquear tiros, inimigos e outros elementos do cenário. O jogo será lançado em 2015 e será complementado por uma série de TV filmada com atores reais, nada de animação.


Outro fato noticiado na E3 desse ano e que foi confirmado hoje é que o game Rise of the Tomb Raider será sim um exclusivo de Xbox One. O chefe do estúdio Crystal Dynamics, Darrell Gallagher, falou sobre a decisão e deixou relativamente claro que a exclusividade do game para a plataforma da Microsoft é definitiva. 

"O anúncio de hoje é um passo para nos ajudar a colocar 'Tomb Raider' no topo dos jogos de ação e aventura. Nosso amigos na Microsoft sempre viram um potencial enorme na série e acreditaram em nossa visão desde a revelação do primeiro jogo na E3 2011", disse Gallagher. "Isso não significa que iremos nos distanciar de nossos fãs que jogam apenas PlayStation ou PC. Teremos 'Lara Croft and the Temple of Osiris' chegando para essas plataformas em dezembro, e 'Tomb Raider: Definitive Edition' está disponível para PS4".

O novo Tomb Raider será exclusivo para Xbox One? Pra mim chega, pare o mundo que eu quero descer.
De certa forma isso é bom para a concorrência entre PS4 e o Xbox One, mas para os fãs da franquia, em especial do última game, é uma notícia um tanto quanto ruim. Ainda mais para quem optou por um PS4 ao invés de um Xbox One, que foi o meu caso.


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Sleeping Dogs: Definitive Edition será lançado ainda esse ano para PS4, Xbox One e PC


A produtora Square Enix anunciou que irá lançar uma versão remasterizada em 1080p do game Sleeping Dogs ainda esse ano. A data de lançamento será dia 10 de outubro, para as plataformas PS4, Xbox One e PC. Além da melhoria gráfica, todas as expansões lançadas até agora também estarão disponíveis. Além de Sleeping Dogs, a Square recentemente lançou a versão definitiva do jogo Tomb Raider, evidenciando que nesse momento essas novas versões com melhorias gráficas e de áudio são um caminho viável enquanto grandes lançamentos não chegam.

"Graças à estilosa nova tecnologia da geração atual, a United Front Games foi capaz de fazer mais do que simplesmente ajustar a resolução do jogo para 1080p. A ambientação e o visual melhorados de Hong Kong criam um pano de fundo e tanto para sua operação secreta"


Essa será uma ótima oportunidade para quem ainda não conhece a jornada de Wei Shen. O game tem algumas características semelhantes a de GTV, o mundo também é aberto e existem muitas missões para se realizar.

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Fantasia: Music Evolved será lançado em Outubro


Jogos com temáticas musicais tiveram o seu período de maior prestígio com Guitar Hero e Rock Band, especialmente, e foi um sucesso que eu chamaria de “efeito cometa” – foi rápido. Justo quando o gênero já estava para morrer, a Harmonix, estúdio que produziu Rock Band, criou o Dance Central para o Kinect, game que é instantaneamente relacionado ao periférico da Microsoft e talvez até o seu maior título. O próximo passo da Harmonix é Fantasia: Music Evolved, desenvolvido em parceria com a Disney e com lançamento anunciado para 21 de outubro de 2014, para Xbox 360 e Xbox One. 

O interessante é a relação com a animação “Fantasia”, de 1940, produzida pela Disney, que consiste em várias cenas animadas acompanhadas de músicas clássicas e uma história um tanto mágica por trás. Daí você para e pensa: vão misturar música clássica com jogo de dança? Vamos com calma.

A mecânica de reconhecimento de movimentos de dança continua a mesma, e agora há uma história por trás do porque você está dançando. O jogador é um aprendiz do mago Yen Sid e deve trazer nova vida ao mundo por meio da música, depois que outro aprendiz acaba fazendo umas cagadas. O gameplay é semelhante ao Dance Central, mas os movimentos específicos para completar as músicas são diferentes – ao invés de simular uma coreografia, você irá mexer seus braços em sincronia com comandos que irão aparecer na tela, algo como fazer uma magia musical. É algo mais simples e que exige menos do jogador, mas considerando o público-alvo mais infantil, é aceitável.

Durante o game o jogador passará por diversos reinos e deverá completar as músicas para liberar alguns recursos e, basicamente, “completar” a área. O cenário é cheio de objetos interativos, inclusive até a movimentação pelo ambiente é feita de forma interativa – se você quiser dar uma volta para os lados, terá que fisicamente andar enquanto o Kinect te monitora. O gráfico é cartunesco e bem colorido e me lembrou bastante Jet Set Radio (saudades Dreamcast).

Até então foi anunciado que o game irá ter músicas clássicas e um bom repertório de artistas mais contemporâneos, como David Bowie, Elton John, Lorde, Bruno Mars e Queen, além de músicas que poderão ser baixadas por DLC (é claro). Fantasia: Music Evolved terá modo multiplayer cooperativo e competitivo. Inclusive, em uma campanha cooperativa, o jogador que obter a maior pontuação na música pode decidir para onde prosseguir, o que torna a experiência divertida para montar uma campanha.


Se Fantasia: Music Evolved vai reviver o gênero musical nos videogames, não dá pra afirmar com certeza, mas pode ser um bom passo da Harmonix e um incentivo para ter um Kinect e Xbox One, principalmente para quem tem filhos. Veja alguns vídeos:





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Estamos fazendo a escolha certa nessa geração?


Quatrocentos ou quatro mil, o PS4 foi lançado de fato e com isso a nova geração está completa e pronta para começar o seu legado. Chega de hypes, chega de teasers, chega de especulações. What you see is what you get. Mas a pergunta que não quer calar é: qual será o melhor console? Creio que não há uma resposta certa para essa pergunta pois essa é a pergunta errada. Deveríamos estar mais preocupados com nós mesmos. Assim, a pergunta certa seria: o que x console pode oferecer para mim que tem gostos y?

Grande parte da internet dirá que a Sony venceu (ou está vencendo) a competição entre as três grandes empresas dos consoles, porém, isso não deveria ser uma competição. Cada um dos consoles tem seus pontos fortes que devido à maneira como nos foram apresentadas já não são mais “características singulares” e sim “características que esculacham os outros consoles”. As estratégias de marketing da Sony e sua conferência na E3 colocando a Microsoft e seu Xbox One no chinelo com alfinetadas diretas e bem colocadas resultou numa má fama para o Xbone. Entretanto, os dois consoles agora já estão nas mesmas estantes de milhares de lojas e desfrutam das mesmas características, as quais a possível carência causou o maior auê antes do seus lançamentos: Podem-se usar jogos usados e emprestá-los sem restrições. Talvez a Microsoft não mudasse esse aspecto dos jogos usados tão rápido se não fosse pelo soco na cara revide da Sony – visto que os apelos dos fãs e nada não tem diferença para alguns de seus funcionários - mas creio que isso seria um tiro no pé e eventualmente ela acabasse por aquiescer. Enquanto isso, latente e envolto pela briga entre esses dois consoles, o Wii U segue com a fama de “apenas um Wii, só que agora em HD”. Talvez seja pela elegância da Nintendo em não fazer propagandas dando enfoque a concorrência que poucos lembram que ele possui retrocompatibilidade com seu antecessor e serviços de multiplayer online gratuitos, aspectos esses pertinentes (para muitos gamers) e ausentes no PS4 e no Xone.


Mas cada empresa ainda tem muito que aprender uma com a outra. Elas, embora já estejam no mercado há muito tempo, ainda tomam atitudes um tanto deselegantes. A Nintendo, por exemplo, sempre foi muito “ética e educada”. Você nunca veria uma resposta direta dela contra a concorrência da mesma forma que sua conterrânea Sony fez. Porém, entre as três, a meu ver, ela é mais orgulhosa de todas; possivelmente porque é a mais velha e a única das três que vive unicamente do mercado de games – particularidades que não justificam tamanha vanglória. Em ’96, com seu N64, ela cometeu um erro que foi crucial para o fim que o console teve: Negligenciar atenção às desenvolvedoras. Na época, com o advento do PSX, a grande massa dos game developers ansiava por uma mídia de maior capacidade de armazenamento, que era o compact disc, mas a Big N era tão big que preferiu continuar com a mídia que ela queria. E se não bastasse, ela ainda parecia vigorar suas políticas estritas de publicação de jogos em seu console: era necessária uma aprovação dela para que o jogo saísse, então se ele fosse muito violento, antiético, ou not-the-type-we-want-for-a-nintendo-console ele não seria publicado. Juntando esses dois fatores, podemos entender porque a diferença de tamanho da biblioteca de jogos e número de vendas entre o N64 e o PSX é imensuravelmente grande. E no presente momento a Nintendo parece estar cometendo o mesmo erro. O Wii U tem poucos jogos ainda, muito por conta da Nintendo não ter preparado ao menos uns dois títulos first-party para vender o console e também por apenas jogar os kits de desenvolvimento para as desenvolvedoras e não ser receptiva para com elas, diferentemente da Sony que entrega seus kits e conversa com as developers. Mas ainda dá tempo para mudar.

Além disso, algo que a Nintendo tem que as outras não têm é a coragem para inovar de maneira mais drástica. Isso já fica claro se olharmos os controles de seus últimos cinco consoles de mesa que são quase inteiramente diferentes. E também se preocupa com o bolso de seus consumidores lançando geralmente o console mais barato do mercado (o que não significa necessariamente o console menos potente em relação ao hardware, vide os gráficos do Gamecube que eram superiores ao PS2 e ele era mais barato). Dessa forma, pensando no avanço dos games como um todo, sem dúvida, na questão de proposta de gameplay e controles, a Nintendo tem exibido um papel excepcional; enquanto nos hardwares a Sony vem investindo cada vez mais em potência gráfica.

Atualmente, com o PS4, a Sony vem tomando atitudes um pouco competitivas. Na geração passada seu console ficou 20 milhões de unidades vendidas atrás do Wii, que possuía um hardware muito mais inferior. Nessa geração, no atual momento e com um console possante, as vendas do PS4 vêm mostrando um comportamento bem melhor do que seus concorrentes. Porém, ainda assim, ela vem tomando cada vez mais atitudes que parecem focadas unicamente para combater a concorrência. Posso citar, por exemplo, o touchpad do controle do PS4, que ainda tem muito a ser explorado, mas até o momento ainda não me convenceu. Ele é muito pequeno para ser de muita utilidade. A Sony disse que sua proposta com ele seria evitar colocar mais botões que o jogador teria que lidar, mas ele simula mais botões (?) e serve pra ser utilizado como uma espécie de cursor (Er... O analog stick já não faz isso pra gente?). Tirando o fato que você tem que tirar seus dedos da posição “standard” para poder usá-lo, enquanto no PS Vita o touch foi muito melhor executado por ser posicionado atrás do controle e também melhor executado no Wii U porque ele funciona quase como um tablet e quando você for utilizá-lo para clicar de fato - não só checar mapas, itens, etc. em algum jogo – você vai parar o que estava fazendo na tela principal e vai olhar para o controle.  Parece que ela só colocou o touchpad porque “A Nintendo também”. Ela também lançou agora um bundle que vem com o PS4 e o PS Vita /vulgo peso de papel/ junto, e você pode usar o console portátil para fazer compartilhamento de tela, e assim jogar o PS4 na tela do Vita. Novamente, coisa que o controle do Wii U por si só já faz. Parece que desde o PS3, onde o PS Move chegou depois do Wii com seu Wiimote, a Sony tem gostado de lançar “soluções” para que seus produtos possam oferecer o mesmo que as outras empresas – nem que isso seja de uma maneira flopada. Entretanto, a Sony é uma empresa que apesar de deslizar em algumas atitudes, é uma empresa que sabe ouvir. Por isso acertou em cheio ao oferecer serviços de sharing e streaming de conteúdo (via twitch.tv) totalmente integrado com o PS4 pois ela observou que isso está virando tendência (e assim evitará que muitos streamers tenham que comprar uma placa de captura por exemplo).

Por outro lado, a Microsoft aparentemente desconhece a importância de algo chamado feedback. Antes do lançamento do Xbone, praticamente todo o público desgostou da atitude da empresa em exigir estar online para jogar, mesmo que off-line e também a cobrança de taxas para utilizar jogos usados/emprestados. O ex-funcionário Don Mattrick, responsável pela seção de entretenimento interativo da empresa fundada por Bill Gates, chegou a falar, quando questionado, como ficariam as pessoas que gostariam de jogar Xbone e não tinham acesso à internet que: “Felizmente, temos um produto para pessoas que não são capazes de obter algum tipo de conectividade; é chamado de Xbox 360.” Felizmente também, Mattrick é agora ex-funcionário e a Microsoft, mais pela pressão da concorrência do que pelo apelo do público voltou atrás com essa decisão. Mas nem tudo é flop no novo console da empresa – como implica a Sony. Agora ela tem um Kinect mais apurado que, aliado ao hardware mais vigoroso tem muito potencial para jogos de dança e de movimento em geral. Outra coisa que pouca gente entendeu é que o Xbone foi pensado também como uma espécie de media center, onde todas as suas atividades realizadas na televisão podem ficar num lugar só. O PS4 possui leitor de Blu-Ray também, mas assistir um filme no Xbone é mais “aconchegante”, pois apenas com comandos de voz você consegue fazer o caminho filme-jogo-TV-TV por assinatura em qualquer ordem.

Agora pense comigo, depois de todas essas informações e ponderações, todo esse blábláblá, que se reverberá pela internet em comments, posts diversos e vídeos; tem mesmo um console que pode ser chamado de “o melhor”? Vale a pena ansiar por esse console utópico? As empresas não estão inteiramente focadas em criar um console apenas para os gamers e/ou focado para fazer a indústria da área crescer, mas esses são aspectos de grande relevância para elas na hora de planejar o seu próximo videogame. O seu dinheiro tem que ser gasto com algo que você goste, não com o mais lucrativo ou o melhor. O que pode ser melhor para você pode não ser o melhor de todos, mas isso não terá a menor importância para você. Logo, acima de tudo, cada console é bom dentro de sua singularidade, assim como cada um de nós. E embora isso soe o mais clichê possível, cada pessoa tem sua outra prepare-se para a expressão brega lvl 8000 “cara metade” assim como cada gamer tem o seu videogame, só é preciso descobri-lo.
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Mais zumbis em 'Dying Light'


E mais um jogo com temática de apocalipse zumbi irá chegar ao mercado: 'Dying Light', da Techland, mesma produtora de 'Dead Island', recebeu destaque em eventos pré-BGS, aqui no Brasil. A produtora polonesa garante que o novo game não é a mesma coisa que seu outro título, mas sim muito mais maduro e com mecânicas diferentes. Ainda bem, já que apesar de Dead Island ter sido bem divertido, ainda mais jogando com amigos, não foi lá essas coisas no quesito enredo.

Ao invés do cenário paradisíaco, Dying Light se passa em uma cidade infestada por mortos vivos, e o maior enfoque está na sobrevivência e não na pura matança de zumbis. Também em primeira pessoa, a grande sacada é que o personagem principal usa várias acrobacias e técnicas do parkour para se locomover pelo cenário, quase como Mirror's Edge.


Para buscar medicamentos e suplementos que foram deixados por um helicóptero (?), o herói deve atravessar a cidade pulando, saltando e correndo loucamente pelos telhados e estruturas, evitando ao máximo as hordas de zumbis. Nesse trajeto, várias missões opcionais podem acontecer, e cabe ao jogador decidir se vai desviar-se do objetivo principal para ajudar possíveis sobreviventes ou deixá-los para morrer, mas se você resolver ajudar, pode ganhar recompensas.

Um ponto importante é o ciclo de dia e noite (adeus dias infinitos!) - à noite os zumbis ficam mais agressivos e ágeis, corre bino!


Uma coisa que Dying Light tem bem semelhante a Dead Island (além da temática, duh) é a predominância de armas brancas e o sistema de customização, que permite criar machetes elétricas ou porretes com pregos e coisas do tipo. 

Zumbis "mutantes" também fazem sua aparição, com espécies gigantes e alguns capazes de perseguir o personagem até quando ele está pulando sobre os telhados, inclusive, em um gameplay feito pelos próprios produtores (que você pode conferir lá embaixo), um zumbi persegue o personagem e consegue alcançá-lo sem muitos problemas, e aí é game over - é só isso, não tem mais jeito... acabou... boa sorte ♫

Será possível jogar com amigos, em uma campanha multiplayer, o que deve melhorar em muito a diversão e a experiência do jogo.


O título promete bastante ação e a adrenalina da sobrevivência no apocalipse zumbi, mas talvez esse gênero já esteja um pouco saturado - não há nada de muito novo em Dying Light, percebemos elementos de outros jogos e mecânicas re-usadas, não que isso torne automaticamente o jogo ruim, mas dá uma sensação de estarmos jogando algo igual.

De qualquer forma, Dying Light será lançado para PC, PS3, Xbox 360, PS4 e Xbox One, em alguma data de 2014, e aí sim quando for lançado veremos o quão bom é o game. Até lá, você pode conferir mais fotos, o trailer e alguns minutos de gameplay oficial:




(Pule para 10:15)







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Trailers da Square-Enix na E3 2013



PREPARA, que agora, é a hora, do show da poderosa Square Enix (Squeenix for short) trouxe uma porrada de trailers nessa E3 para matar todos os seus fãs do coração. Muitos rumores se tornaram verdade e depois de tanto hype, cá estão as obras primas que estão por vir na nova geração. Preparem os olhos para muita CG FABULOSA e GAMEPLAYS tão fabulosos quanto.
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Sony revela o Playstation 4


A Sony revelou em sua conferência na E3 o Playstation 4 e, basicamente, sambou na cara da Microsoft. E sambou bonito.
Durante a apresentação que foi claramente focada em mostrar como o PS4 tinha tudo que o Xbox One não tinha (ou até o que ele não tinha que o outro tinha) o público foi ao delírio.
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Xbox go home, you're drunk


E foi anunciado oficialmente o novo console da Micro$oft, o Xbox One. Um lançamento que gerou muita polêmica e deixou assuntos não esclarecidos no ar, afinal de contas, a conferência poderia ser resumida em algumas palavras: TV, Xbox, watch TV, sports, television, Call of Duty, the new addition to your squad is a dog.




Não peguem suas forquilhas ainda, a Microsoft só estava querendo focar a conferência na conectividade do seu novo vídeo-cassete vídeo-game e o que realmente interessa para nós, gamers, ficou esquecido.

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